Hoje, às 6h26, a mamãe virou estrelinha.
Passou para o outro lado do Caminho.

E, para dizer o que sinto, peço licença às palavras de Santo Agostinho:
“O que ela era, continuará sendo para nós.”

Maria, Francisco, nós vamos sentir falta.
Mas sempre vamos lembrar dela com alegria.

Ela continua viva em nós.
Por isso, hoje não é um adeus.
Continuem rindo do que ela nos fazia rir juntos.

Rezem. Sorriam. Pensem nela.
Rezem por ela.

Ela não está longe, só mudou de lado no Caminho.

E nós seguimos.
Porque a vida continua. Linda, bela, como sempre foi.
E como ela sempre quis que fosse.

Um beijo,
Seu pai.

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