Emocionei-me ao ver o Chico na sua primeira aula de jiu-jitsu.
Ele sorria com a novidade, atento, esforçado, trajando o kimono.
Vi seu sorriso outra vez, e chorei.

Chorei.

Muita coisa precisou acontecer para que eu me sentisse à vontade em demonstrar emoção. Foram necessárias várias experiências até que eu aprendesse a me emocionar com as coisas simples da vida.

Em uma sociedade que cobra dos homens a dureza constante, que nos ensina a sufocar o choro, hoje eu me permiti sentir.
E foi belo.

Hoje, há muito do Chico em mim.

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